Metal Gear – Do começo ao fim

Já ouviu falar sobre um jogo de espionagem tática que revolucionou os videogames, em especial a plataforma Playstation? Algum amigo teu falou da história de um tal de Snake que, com uma faixa na cabeça idêntica a do Rambo, enfrenta um robô gigantesco armado com ogivas nucleares? O Baú do Videogame apresenta um apanhado geral das histórias de cada um dos jogos da série Metal Gear criados pelo mestre da Konami no Japão, Hideo Kojima. Confira detalhes em ordem cronológica (de acordo com os games, não com os anos de lançamento):

Metal Gear Solid 3: Snake Eater (e Subsistence)
Playstation 2
Ano de lançamento – 2004

Kojima escreveu este enredo para ser a data 0 de toda a série Metal Gear. O ano é 1964 e um agente das forças especiais Fox é enviado para a União Soviética. Seu nome é Jack, sem sobrenome ou passado além dos registros na CIA, e o apelido Snake, dado por sua mentora, Boss. Ele é auxiliado por Major Zero e toda uma equipe para resgatar o cientista Sokolov das mãos inimigas, em plena Guerra Fria. A operação, conhecida como Virtuous Mission, falha quando Boss se revela uma traidora e leva Sokolov novamente aos russos, entregando dois foguetes nucleares Davy Crocket de brinde a um dos maiores militares soviéticos, o Coronel Volgin.

Volgin detona dois mísseis em duas cidades russas e culpa os EUA pelo incidente. Snake é novamente enviado, dessa vez para enfrentar sua própria mentora e o Coronel Volgin, em uma segunda operação batizada de Snake Eater. Sokolov é usado para desenvolver um projeto chamado Shagohod, um robô-tanque capaz de lançar mísseis nucleares em massa. Essa máquina é um pré-Metal Gear, que será desenvolvido nos EUA.

Todos os elementos que consagram qualquer episódio da série estão nesse capítulo.

Metal Gear Solid: Portable Ops
PSP
Ano de lançamento – 2006

Seis anos depois da operação Snake Eater, 1970, a FOX foi desmembrada do governo americano pela CIA e Big Boss (o agora veterano de guerra Snake) e seu chefe Major Zero são dados como traidores. Fugindo de uma prisão com um ex-boina verde (divisão especial do exército), Roy Campbell, Snake deve conter uma rebelião de simpatizantes soviéticos na Colômbia. Seu líder é um soldado modificado chamado Gene, também líder da nova formação da FOX.

O protótipo ICBMG é o primeiro Metal Gear da cronologia oficial da série, chamado também de RAXA. Gene usa essa máquina dentro de um complexo chamado Army´s Heaven, o primeiro paraíso militar para soldados mercenários na história de Metal Gear Solid. Ocelot é revelado como um agente duplo que auxiliou tanto Gene quanto Snake ao longo do confronto.

Os mercenários recrutados por Jack Snake contra Gene vão formar uma nova força especial americana chamada FOXHOUND, com auxílio de Revolver Ocelot, Major Zero, um rapaz chamado Null (futuramente Gray Fox) e Roy Campbell. O jogo também lida com o mistério de quem são os Patriots, pouco antes do lançamento de MGS4.

Metal Gear Solid: Peace Walker
PSP
Ano de lançamento – 2010

Previsto para ser novidade neste ano, Peace Walker tem a mesma tática de espionagem em grupos, como em Portable Ops. A história se passa na Costa Rica, em 1974, com Snake desiludido com o governo americano e liderando um grupo de mercenários chamado Militaires Sans Frontières, ou Militares Sem Fronteiras (MSF). Kazuhira Miller, conhecido como Master, é um dos líderes desse novo grupo.

A família Emmerich aparece pela primeira vez nesse jogo. Como desenvolvedor de um Metal Gear, Huey é pai do doutor Hal, conhecido como Otacon, que ajudará Solid Snake, filho de Big Boss (Snake). Toda a trama ocorrerá em uma tentativa de pacificar a Costa Rica, tendo a milícia local e a atuação do MSF. O MSF, como a história de Metal Gear mostra, formará a Outer Heaven, a primeira organização clandestina e terrorista liderada por Big Boss, no auge de sua revolta contra os EUA e a manipulação da Guerra Fria.

Metal Gear
MSX2, NES, PC MS-DOS, Commodore 64, Celular, GameCube, Playstation 2
Ano de lançamento – 1987

Primeiro jogo criado da série, em gráficos 2D. Mandado para a base Outer Heaven, a 200 metros do norte de Galzburg, África do Sul, o novato Solid Snake executa a operação Intrude N313. Membro da FOXHOUND, em 1995, ele deve resgatar o veterano Gray Fox, sequestrado no local.

A operação começa a resultar em problemas com a volta de Big Boss, seu chefe na FOXHOUND, traindo a corporação e assumindo o controle de um Metal Gear, descrito por Fox em relatórios ao governo americano. Solid Snake deve resgatar o Dr. Pettrovich, criador da máquina, e sua filha, Ellen.

Metal Gear 2: Solid Snake
MSX2, Celular, Playstation 2
Ano de lançamento – 1990

Solid Snake é enviado até Zanzibar Land (um local fictício, e não a ilha de Zanzibar que fica na Tanzânia, África) para dar fim a outro Metal Gear, o modelo D, seqüestrado em 1999. Seu tutor na FOXHOUND, com a traição de Big Boss, é o Coronel Roy Campbell, um dos fundadores do grupo, junto de (Kazuhira) McDonnell Miller. No local, Snake se vê não só contra Big Boss, mas também contra seu parceiro de muitas operações, Gray Fox.

O jogo trouxe uma reviravolta em toda a cronologia da série ao mostrar o parentesco real entre Big Boss e Solid Snake. Mas isso só seria revelado, com mais detalhes, no jogo seguinte.

Metal Gear Solid
Playstation, PC Windows, GameCube (com o subtítulo The Twin Snakes)
Ano de lançamento – 1998

A revolução de Hideo Kojima veio com esse jogo: os primeiros gráficos 3D da série, primeiros atores profissionais a incorporarem personagens e a trilha sonora de Harry Gregson-Williams, consagrado em Hollywood. Solid Snake estava aposentado, vivendo na neve do Alasca, quando é convocado por Roy Campbell para uma última missão.

O roteiro é digno dos maiores filmes de ação. Snake descobre que foi parte de um projeto chamado Genome Soldiers, vários soldados clonados de um único herói: Big Boss. Na neve em que vive, um novo terrorista se refugiou na área. Seu nome-código é Liquid Snake e, aparentemente, é irmão gêmeo de seu semelhante Solid.

Com uma equipe formada por Psycho Mantis, Vulcan Raven, Sniper Wolf e – pasmem – Revolver Ocelot, Liquid forma uma nova divisão da FOXHOUND e planeja atacar o governo americano finalizando a construção do Metal Gear modelo Rex e de uma base que promete ser a nova Outer Heaven, o sonho militar de Big Boss. A insurreição será na ilha de Shadow Moses.

Para que Liquid não solte as orgivas nucleares de Rex, o terrorista faz a seguinte negociação: US$ 1 bilhão e os restos mortais de Big Boss, para criar mais Genome Soldiers além dos que ele recrutou para sua base. Snake é mandado justamente para eliminar Liquid Snake sem que haja uma negociação. Um confronto entre irmãos.

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty (e Substance)
Playstation 2, Xbox, PC Windows
Ano de lançamento – 2001

Esse jogo se divide em duas histórias:

2007 – Solid Snake está sozinho e sem nenhum apoio do governo dos EUA. Ele fundou, junto com Hal Emmerich (Otacon), cientista criador da Metal Gear Rex, um grupo anti-belicista chamado Philanthropy. Infiltrado em um navio cargueiro embaixo da ponte George Washington, em Nova Iorque, Snake descobre um novo modelo da marinha americana, o Metal Gear Ray.

No mesmo navio, russos ex-soviéticos liderados por Sergei Gurlukovich e Revolver Ocelot pretendem roubar o modelo. Naquele mesmo ano, descobre-se que George Sears, o presidente dos EUA, é na verdade Solidus Snake, um mercenário criado pelo projeto Genome Soldiers.

2009 – Um novato chamado Raiden é enviado para um complexo chamado Big Shell, no mesmo local onde um cargueiro naufragou. Nessa ilha, o agente da FOXHOUND terá que enfrentar um grupo terrorista chamado Sons of Liberty, liderado por ninguém mais ou menos que Solid Snake.

Metal Gear Solid 4: Guns of Patriots
Playstation 3
Ano de lançamento – 2008

O ano é 2014 e esta é, definitivamente, a última missão de Solid Snake. Envelhecido por um problema genético e afetado pelo vírus FOXDIE, implantado durante a operação Shadow Moses por Naomi Hunter contra Liquid, em 2005, ele só tem alguns meses de vida. Recrutado por Roy Campbell, ele deve destruir uma entidade que se entitula Liquid Ocelot, o próprio Ocelot com a personalidade de Liquid Snake em seu corpo.

Na missão, descobre-se que seu parceiro Raiden recebeu implantes ciborgues, semelhantes aos de Gray Fox em Shadow Moses, e está em busca dos restos mortais de Big Boss. Ocelot, dono de tropas mercenárias privadas (PMCs) e de pequenos Metal Gears chamados de Gekkos, pretende barrá-lo nesse resgate. Snake tem a ajuda de Otacon e de Sunny, filha de Olga Gurlukovich.

O jogo fecha todas as pontas soltas acerca da vida de Solid Snake, mas deixa outras continuações em aberto.

Encerrando

Todas as storylines citadas tiveram o intuito apenas de situar o leitor nessa história confusa, porém fascinante, que contorna Metal Gear. Tivemos o cuidado de manter ocultos os spoilers de cada jogo. Portanto, se algum deles te interessou, não pense duas vezes antes de jogar.

Abaixo, você pode ver um tributo à série Solid de Metal Gear, feito por um fã com a música Way to Fall, da banda Starsailor, que fez trilha sonora de MGS3.

Trilhas Sonoras – Tela de seleção de corredores de Diddy Kong Racing (Nintendo 64)

 A música da tela de seleção de corredores de Diddy Kong Racing é a cara do jogo: alegre e divertida. A trilha muda de instrumento várias vezes durante sua duração, sendo que cada um deles representa um corredor.

DKR racer selection by jvccarioca

Faça o download da faixa clicando aqui.

Let the carnage begin! – Rock’n’Roll Racing (Super NES)

RocknRoll Racing Boxshot

Não é só a velocidade que importa nos jogos de corrida. Pelo menos não em Rock’n’Roll Racing. O que importa, além do dinheiro adquirido com o primeiro lugar, é explodir os adversários usando bombas, mísseis, minas, lasers e até o seu próprio carro em corridas interplanetárias, tudo ao som de obras primas do bom e velho rock’n’roll.

Lançado em 1993  e desenvolvido pela desconhecida Silicon & Sinapse – mesma criadora de The Lost Vikings e atualmente mais conhecida como Blizzard -, Rock’n’Roll Racing surgiu como uma alternativa simples e divertida aos títulos tradicionais de corrida unindo elementos de ação e velocidade. Enquanto a maioria dos jogos do gênero tinham – e ainda têm – a perspectiva pela traseira do carro, como Top Gear , o grande hit de corrida para o Super NES, Rock’n’Roll Racing tinha uma “câmera aérea”. Os carros e a pista não eram vistos por cima, mas de uma perspectiva diagonal, algo que é chamado de 2,5D, já que trabalha com a noção de profundidade mesmo sem explorar completamente todas as três dimensões.

Rock’n’Roll Racing faz parte daquele grupo de jogos de corrida que envolve outros aspectos além da competição e das ultrapassagens. Esse estilo, cujo grande popularizador foi Super Mario Kart, pode ser considerado uma ramificação do gênero original e tem no multiplayer o grande fator de diversão. Os vários equipamentos e armas exigiam do jogador muito mais que habilidade no volante e de certa forma requeriam estratégias além de simplesmente buscar o primeiro lugar. Os controles, entretanto, eram bastante simples e pouco tempo de jogo resultava em uma rápida adaptação do jogador.

E toda a adrenalina das corridas era regada ao som de alguns dos maiores clássicos do rock, como o próprio nome do jogo diz. A trilha sonora era composta por Paranoid, do Black Sabbath; Highway Star, do Deep Purple; Bad to the Bone, de George Thorougood; Born to be Wild, de Steppenwolf; e Peter Gunn Theme, dos Blues Brothers. Todas em versões digitalizadas, claro, mas perfeitamente reconhecíveis e dando um toque especial nas corridas.

Não bastassem os clássicos do rock como música de fundo, havia ainda um narrador alucinado mas corridas. A voz Larry “Supermouth” Huffman marcou Rock’n’Roll Racing ao gritar coisas como “Let the carnage begin!” (“Que comece a carnificina!”) e outras frases avisando que determinado corredor estaria prestes a explodir. O locutor, famoso nos EUA por suas narrações em corridas de monster trucks e motocross, foi convidado para gravar as vozes para o jogo. O apelido de “Supermouth”, cuja tradução é “Superboca”, foi dado pela habilidade de falar até 300 palavras em apenas um minuto. (Clique para baixar as frases de Larry Huffman em Rock’n’Roll Racing)

Os personagens, os planetas e os carros também são memoráveis. Seres estranhos, meio-humanos e outros completamente monstruosos compunham o elenco de rivais e personagens selecionáveis, que contavam com o viking Olaf, de The Lost Vikings, como personagem secreto. As máquinas, customizáveiz em termos de cores e melhorias, eram apenas cinco, mas iam de um simples veículo off-road a um mini-tanque e um hovecraft. E os mundos viajavam por desertos, pântanos, planetas cibernéticos, congelados e cobertos de lava.

Rock’n’Roll Racing era daqueles jogos difíceis de enjoar, ainda mais se jogado por mais de uma pessoa. As corridas rápidas e o nível de desafio na medida fizeram do título um dos maiores clássicos de corrida para o Super NES que infelizmente não ganhou continuações oficiais, embora tenha inspirado alguns games. Há um site feito por fãs brasileiros (Lucas Ferreira e Renato Seabra, conhecidos como LucasRRR e Alijenu) completamente dedicado ao jogo com quase tudo o que existe relacionado a ele que vale a pena ser conferido (clique para acessar).

Ficha técnica: Rock’n’Roll Racing
Plataforma: Super NES
Produtora: Silicon & Synapse
Gênero: Corrida
Ano: 1993

Trilhas Sonoras – Tema principal de The Legend of Zelda

A trilha sonora de hoje homenageia Koji Kondo, o principal nome das composições da Nintendo. Eleita a melhor música dos videogames em uma votação feita pelos próprios jogadores e realizada pelo site ScrewAttack.com, o tema principal de The Legend of Zelda estreou no primeiro jogo da série, em 1987, no NES.

Faça o download da faixa clicando aqui.

A trilha também ganhou sua versão 16-bit em The Legend of Zelda: A Link to the Past, para o Super NES e versões remixadas para outros jogos da série e títulos que faziam referência à franquia, como Super Smash Bros. Brawl. Ouça abaixo a versão para o Super NES.

Faça o download da faixa clicando aqui.

Referências ao Brasil nos videogames

Via Uol Jogos

A editoria de jogos do UOL publicou uma galeria de fotos os personagens, cenários e várias outras coisas referentes ao Brasil que apareceram nos jogos eletrônicos.

Desde o famoso Blanka, de Street Fighter, às favelas do Rio de Janeiro e personagens não tão ilustres, o portal fez um bom resumo sobre as participações verde-e-amarelas nos games, incluindo até mesmo produções brasileiras. Astros do futebol, claro, não foram inclusos. Veja aqui a galeria completa do UOL Jogos e acesse também, no arquivo do Baú do Videogame, os jogos brasileiros do Master System.

Vale lembrar também (não incluso na lista do UOL): As pistas Rio de Janeiro e São Paulo em Tony Hawk’s Pro Skater 4, a fase Rio de Janeiro em Rampage World Tour e os lutadores Ralph e Clark da série The King of Fighters, e Oro, de Street Fighter 3, todos brasileiros, além de vários outros que não lembramos agora.

Extra! Extra! – Paperboy (Master System)

Quem diria que a profissão de entregador de jornal renderia um jogo. Quando o primeiro Paperboy surgiu, em 1984, para arcade,  os recursos não permitiam a criação de jogos fantásticos e complexos, então a solução era apelar para a criatividade. E a Midway, então Atari Games, fez as viagens do garotinho jornaleiro tornarem-se algo bem divertido.

Paperboy se popularizou no Brasil no Master System, plataforma na qual chegou em 1990 nos EUA e em 1992 por aqui, distribuída pela TecToy e com manuais em português. As para os consoles domésticos (também chegou ao NES e, posteriormente, a outras plataformas) eram praticamente iguais à do arcade, com poucas alterações. O objetivo e a mecânica do jogo continuavam sendo os mesmos – entregar o maior número de jornais nas casas dos assinantes.

A transposição para os consoles domésticos não fez Paperboy perder suas características de arcade. Tudo o que era preciso era movimentar o garoto pela rua e arremessar os impressos. Claro que a bicicleta nunca parava, e o máximo possível era acelerar ou ir mais lentamente, o que aproxima o título, mesmo que vagamente, de um ‘shooter’, com a diferença de que os projéteis viajam na horizontal enquanto o personagem se desloca na horizontal.

O objetivo é aparentemente muito simples, e realmente é nas primeiras fases do jogo. Algumas experiências antes de entrar no negócio de entrega de jornais para valer são o bastante para se acostumar com o ‘timing’ para acertar os locais desejados com as edições diárias. O verdadeiro desafio é fazer tudo isso conforme o número de assinantes cresce devido à boa performance do entregador. Esse aspecto foi um capricho,  uma pequena dose de “realismo” dos produtores, já que os níveis seguintes são marcados por um maior número de residências aptas a receber os jornais, ou seja, a dificuldade é maior. Se os serviços do jogador fossem ruins, acontecia o inverso: menos casas receberiam o jornal, o que quer dizer menos pontos a serem marcados.

E claro que, para chegar ao final de cada nível, era preciso mais que entregar os jornais. Ter cuidado para não ser atropelado por carros que cruzam uma avenida em uma velocidade alucinante, fugir de cachorros e carrinhos de controle remoto, desviar de garotos dançando break no gramado ou andando de monociclo e de cortadores de grama desgovernados era fundamental para completar as fases inteiros – segundo o texto na caixa do jogo, “cair muitas vezes causará uma aposentadoria precoce”.

Paperboy chegou a outros consoles da geração, uma versão para o Gameboy e ainda um remake para Nintendo 64 e Playstation, uma péssima transposição para as três dimensões que acabou com  magia do garoto jornaleiro em épocas anteriores. Felizmente, janelas ainda podem ser quebradas com as edições diárias graças à Xbox Live, que disponibiliza a versão original de arcade para download.


Comercial de ‘Paperboy’ para o NES

Ficha técnica – Paperboy
Plataforma: Master System
Produtora: Tiertex Design
Gênero: Ação
Ano: 1990

Trilhas Sonoras – Type A, Tetris

A partir de hoje, o Baú do Videogame trará todas as sextas-feiras uma trilha sonora clássica dos videogames, tanto disponíveis para ouvir quanto para fazer o download.

E na estreia da seção Trilhas Sonoras, temos o clássico dos clássicos – a música Type A do Tetris original, o jogo que ganhou mais versões na história dos videogames.

Para baixar este clássico, basta clicar aqui e seguir as instruções.