Trilhas Sonoras – Ryu Stage – Street Fighter II

Todas as músicas de Street Fighter II são memoráveis. O tremendo sucesso que a principal franquia da Capcom fez eternizou seus personagens e, consequentemente, o tema da arena de cada um. Uma das mais marcantes é a de Ryu, o mais icônico lutador da série, que você relembra aqui no Baú do Videogame e faz o download clicando aqui.

Ryu Stage – Street Fighter II by jvccarioca

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A saga principal de Mega Man (do 1 ao 9)

Embora tenha perdido espaço entre as principais franquias da Capcom, Mega Man já teve seus tempos áureos. A época de ouro do robozinho azul foi exatamente no começo de sua carreira, com a saga principal que começou em dezembro de 1987 no NES (Mega Man até Mega Man 6), posteriormente migrou para o Super NES (Mega Man 7), ganhou mais um capítulo no Sega Saturn e no Playstation (Mega Man 8) e viu seu último episódio ser lançado recentemente como um jogo para download nas plataformas da última geração (Mega Man 9). Prestes a estrelar mais um jogo – talvez o derradeiro – de sua série principal, Mega Man ganha uma retrospectiva no Baú do Videogame que relembra toda a trajetória do robô antes de Mega Man 10 chegar aos consoles.

Mega Man e Proto Man nas versões do NES, Super NES e Playstation/Saturn

Mega Man (NES – 1987) – Mega Man debutou trazendo a marca registrada da série: dificuldade extrema. O jogo era tão absorvente, porém, que mesmo a quantidade absurda de continues não fez os jogadores deixarem o robô de lado. Nem mesmo o pesadelo dos blocos que desapareciam afastou aqueles que se tornariam fãs da saga, porque a recompensa por percorrer toda uma fase para derrotar um chefe era gratificante – absorver a habilidade do inimigo, algo até então pouco visto nos jogos. Gráficos e cores impecáveis, trilha sonora de primeira, tornou-se um clássico no momento do lançamento. Segundo a história, Dr Wily e Dr. Light brigam e o primeiro rouba os protótipos do segundo e os transforma em máquinas do mal. Os primeiros inimigos, e também alguns dos mais conhecidos, eram Cut Man, Guts Man, Bomb Man, Ice Man, Elec Man e Fire Man.

Mega Man 2 (NES – 1988) – Considerada a melhor edição da série. Fases mais bem projetadas, algumas melhorias gráficas e simplesmente uma das melhores trilhas sonoras dos videogames de todos os tempos. Mega Man 2 não só consolidou a franquia do robô azul como reafirmou a excelência do jogo. O número de níveis a serem completados antes da parte final do jogo passou para oito, ou seja, Mega Man 2 ficou mais longo e havia mais habilidades a serem absorvidas. Pela primeira vez foi possível escolher o nível de dificuldade e foi usado um sistema de passwords, e o modelo não era de uma sequência de letras e números, mas de uma tabela no estilo batalha naval que era preenchida com sinais de cores diferentes. Foram introduzidos os Energy Tanks – reservas de energia – e três ítens que funcionavam como os tiros especiais e eram adquiridos após derrotar um dos chefes, mas que se tranformavam em plataformas para auxiliar o jogador a chegar a lugar inacessíveis. Com a história já consolidada no primeiro Mega Man, esta foi a continuação direta e a justificativa para mais robôs do mal surgirem foi a vontade do Dr. Wily, que quer novamente dominar o mundo. Os inimigos eram Bubble Man, Air Man, Heat Man, Quick Man, Metal Man, Flash Man, Wood Man e Crash Man.

Mega Man 3 (NES – 1990) – No terceiro episódio da série, Mega Man tem de buscar cristais de energia guardados pelos robôs, para no final tudo se revelar um plano de Wily mais uma vez. Em relação à jogabilidade, enhuma alteração a não ser a introdução do ‘slide’, um movimento especial de deslocamento usado para acessar locais estreitos. Mega Man 3 também marcou a estreia do cachorro Rush na saga, quando o companheiro de Mega Man se tranformava em equipamentos como propulsores e submarinos. Foi também a primeira vez que Proto Man, o arquiinimigo do robô azul, entrou em cena. Os inimigos dessa edição eram Spark Man, Snake Man, Needle Man, Hard Man, Top Man, Gemini Man, Magnet Man e Shadow Man.

Mega Man 4 (NES -1991) – Foi neste capítulo que Mega Man apareceu pela primeira vez com uma se suas marcas registradas, o ‘charged shot’. Bastava segurar o botão de tiro e o pequeno projétil de plasma dos outros jogos se tranformava em uma grande  bola de energia. Mas é na trama que Mega Man 4 surpreende. Antes de mais nada, é Dr. Cossack, e não Dr. Wily, que constrói os robôs inimigos, embora tudo se revele um plano do velho nêmesis dos outros títulos. Além disso, o jogo mostra a origem de Mega Man em sua introdução, contando o porquê de Dr Light criá-lo e sua trajetória desde então. Os robôs de Dr. Cossack eram Ring Man, Dive Man, Skull Man,Pharaoh Man, Bright Man, Toad Man, Dust Man e Drill Man.

Mega Man 5 (NES -1992) – Uma das partes que menos teve inovações dentro do jogo, apenas com a introdução de novos equipamentos, mas ainda assim tão boa quanto o resto da série. Proto Man endoidou e sequestrou Dr. Light, o que faz Mega Man ir atrás de seu irmão e, mais uma vez, descobrir que Dr. Wily está por trás dos planos. Dessa vez Mega Man enfrentou Stone Man, Gravity Man, Crystal Man, Charge Man, Napalm Man, Wave Man, Gyro Man e Star Man.

Mega Man 6 (NES -1993) – A despedida de Mega Man do NES. Dessa vez, um tal de Mr. X realiza um torneio com os melhores robôs do mundo e revela posteriormente que só queria reprogramá-los para formar um exército máquinas do mal, o que demanda a interferência de Mega Man. No final da história, descobre-se que Dr. Wily, mais uma vez, era o responsável por tudo. Rush não mais funcionava como equipamentos como  plataformas e jet skis, mas se transformava em melhorias para a armadura de Mega Man. No começo de cada fase, foi introduzida uma ficha técnica para o chefe robô em questão, mostrando seus atributos e técnicas, apenas uma adição para deixar o título mais detalhado. Os adversários do último Mega Man da era 8 bits eram Blizzard Man, Wind Man, Flame Man, Plant Man, Tomahawk Man, Yamato Man, Knight Man e Centaur Man.

Mega Man 7 (Super NES -1995) – Encerrado o ciclo de Mega Man no NES, a Capcom conseguiu continuar a série com maestria com a única edição da saga no Super NES – sem contar a série Mega Man X.  Obviamente o jogo passou por uma reforma gráfica e ganhou bastante qualidade sonora, mas elementos como detalhes, cores e até alguns inimigos foram preservados. Quanto à jogabilidade, porém Mega Man 7 representou uma mudança intensa. Embora continuasse nos mesmos moldes que consagraram a série, as fases ficaram mais curtas e a intensidade do jogo foi diminuída, o que reduziu também a dificuldade extrema das outras edições.  Uma das inovações nos controles foi o uso dos botões L e R para selecionar as armas, o que facilitou em muito a vida dos jogadores. Mega Man também recebe alguns equipamentos como um jatpack e o escudo de  Proto Man. A história segue sem novidades por parte do Dr. Wily, que mais uma vez cria oito robôs. A surpresa fica por conta da primeira vez que Bass, um dos personagens mais misteriosos da série, aparece. Os inimigos, que doram divididos em dois grupos de quatro, eram Burst Man, Spring Man, Slash Man, Junk Man, Turbo Man, Shade Man, Cloud Man e Freeze Man.

Mega Man 8 (Saturn e Playstation -1996) – Bastante próxima do jogo do Super NES, a edição de comemoração dos 10 anos do robô azul do Playstation e do Saturn levou as tradições da série para uma nova geração de consoles. O esquema era o mesmo: derrotar robôs para ganhar armas especiais e no fim de tudo derrotar Dr Wily. Várias novas habilidades foram introduzidas – inclusive uma bola para lembrar Mega Man Soccer – e, obviamente, Mega Man 8 veio a ser o mais complexo jogo da saga até então. Mas apesar de bastante difícil, não chegava ao nível de dificuldade dos primeiros jogos. As capacidades técnicas dos consoles em que foi lançado permitiram sequências animadas na introdução e no final do jogo, além de provocações dos inimigos e pequenas falas dos personagens. Mesmo com o poder para fazer um título em 3D, o modelo de duas dimensões permaneceu com detalhes riquíssimos e fluidez impressionante. Os inimigos dessa vez eram Aqua Man, Astro Man, Clown Man, Frost Man, Grenade Man, Search Man, Sword Man e Tengu Man.

Mega Man 9 (Wii, PS3 e Xbox 360 – 2008) – Mais de duas décadas depois do lançamento do primeiro jogo, Mega Man volta às origens e dá as caras na nova geração em sua forma pixelada. A Capcom conseguiu reproduzir com fidelidade a atmosfera dos tempos do NES dos gráficos e sons ao estilo e os moldes do jogo. Inimigos clássicos e nivel de dificuldade altíssimo, exatamente como nos primeiros games, e ainda colocou Proto Man como um personagem selecionável e secreto. Uma inovação introduzida foram os ‘achievements’, desafios que o jogador deveria cumprir dentro do jogo, e a opção de comprar vidas, energia e ‘power-ups’ entre a escolha das fases foi retomada. Dessa vez, Dr. Wily convence robôs cujo prazo de licença está prestes a vencer a se rebelar contra as autoridades. Os inimigos são Jewel Man, Galaxy Man, Tornado Man, Concrete Man, Magma Man, Plug Man, Hornet Man e Splash Woman o único “robô feminino”.

E para deixar um pouquinho de Mega Man 10, aí vão os inimigos confirmados do jogo: Comando Man, Pump Man, Strike Man, Blade Man, Sheep Man, Solar Man, Chill Man e Nitro Man. A criatividade para criar novos robôs parece inesgotável!

Mega Man 10 chega ao Wiiware no dia 1º de março e na Live e na PSN no dia 10. Não deixe de contemplar os clássicos antes de jogar o novo título, e aproveite para acessar o arquivo fo Baú do Videogame e ver o texto sobre o desenho animado do robô azul da Capcom! E para encerrar, uma fanart de Mike Matei, desenhista famoso pelas introduções artísticas dos vídeos do Angry Videogame Nerd, todos os inimigos robôs até Mega Man 6.

“Ele é puro aço… Mega Man!”

Em 1998, o SBT exibiu em seu programa matinal de sábado, o Bom Dia & Cia, uma série animada inspirada nos jogos de Mega Man, o robozinho azul da Capcom. O desenho, produzido em 1994 por um grupo de estúdios autorizado pela Capcom, era baseado na primeira sequência de jogos do robô – do primeiro Mega Man até Mega Man 6, todos no NES, e os Mega Man 7 e 8, do Super NES e do Playstation respectivamente.

O desenho era uma prova de que nem toda adaptação de um jogo fora dos videogames é um desastre. Obviamente sem contemplar tudo o que os jogos mostravam, a série animada não deixou faltar nenhum dos principais detalhes, tinha os personagens mais relevantes e, claro, mostrava o que os fãs queriam ver – a habilidade de Mega Man de copiar os poderes dos inimigos.

“Ele é puro aço… Mega Man!”

O enredo também se manteve fiel à série dos videogames, ao menos sobre o fato de Dr. Wily reprogramar os robôs de Dr. Light. Além dos cientistas e de Mega Man, outros personagens eram Roll (a garota-robô, feita para atrair a audiência de garotas para o desenho), o cachorro Rush, que aparece em alguns jogos, e os robôs inimigos Gut Man, Cut Man, Elec Man, Fire Man e Ice Man, todos do primeiro título da série. Mas mais importante que esses robôs era Proto Man, o arquiinimigo do azulzinho que só dá as caras em Mega Man 3.

A série animada, entretanto, só teve duas temporadas exibidas nos EUA e um único episódio que iniciou e encerrou a terceira temporada ao mesmo tempo foi feito. Segundo os sites de fãs da série, o fim do desenho aconteceu a pedido da própria Capcom, que teria sofrido pressão da Bandai, uma fabricante de brinquedos de jogos e desenhos japoneses, apesar dos altos índices de audiência conseguidos por Mega Man. Em 2003, as duas temporadas foram lançadas em DVD nos EUA pela ADV Kids.

A versão brasileira foi editada e legendada pela Columbia Tristar International e o dublador de Mega Man foi Marcelo Campos, famoso por dublar outros animes de sucesso como Cavaleiros do Zodíaco e, posteriormente, Pokémon. Após a exibição das duas temporadas, a série animada deixou de ser passar no SBT, mas pode ser encontrada em raros DVDs lançados em 2003 pela ADV Kids ou baixada da internet, tanto dublada como legendada.

E quem quiser conhecer ou relembrar os verdadeiros Mega Man do NES, é só clicar aqui. Abaixo, um episódio do desenho dividido em partes.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Os primeiros hadoukens – Street Fighter (Arcade)

Qualquer pessoa que tenha tido um mínimo contato com videogames sabe o que é Street Fighter. O jogo que revolucionou o gênero de luta e instituiu os principais parâmetros de como um bom título deve ser feito é um dos mais clássicos e famosos jogos eletrônicos já criados. A franquia, que rendeu bilhões à Capcom, entretanto, ficou famosa a partir de Street Fighter II: The World Warrior. O leitor conhecerá agora verdadeiro primeiro Street Fighter, quando ‘hadoukens’ e ‘shoryukens’ eram chamados de ‘fireball’ e ‘dragon punch’.

São poucas as pessoas que puderam jogar o Street Fighter original, lançado somente para arcade e outros consoles menos expressivos. Na confusa linha cronológica da franquia, a edição corresponde ao primeiro torneio, antes mesmo da série Alpha/Zero, mas já deu as primeiras diretrizes que os jogos posteriores mantiveram como marca registrada.

Os únicos personagens jogáveis eram Ryu e Ken, a eterna dupla da série, sendo o japonês correspondente ao primeiro controle e o americano correspondente ao segundo. O jogador deveria entrentar dois adversários em cada um dos quatro países disponíveis para enfrentar os campeões do torneio e entre alguns destes estavam lutadores que permaneceram nos Street Fighter posteriores. No Reino Unido, os adversários eram Eagle e Birdie (dá série Alpha); no Japão, eram Geki e Retsu; nos EUA, eram Joe e Mike (cujos rumores dizem ser os dois brigões da abertura de Street Fighter II: The World Warrior para arcade); e na China eram Lee e Gen (também da série Alpha). Os campeões, ambos da Tailândia e considerados os chefes do jogo, eram Adon (da série Alpha) e o famigerado Sagat.

As três famosas técnicas – ‘hadouken’, ‘shoryouken’ e ‘tatsumaki senpukyaku’, ou “giratória” – já estavam presentes no jogo. Mas relatos sobre os controles de Street Fighter geralmente não são positivos. Os poucos que tiveram a oportunidade de jogar dizem que era quase impossível soltar um ‘hadouken’ mesmo que o comando fosse executado perfeitamente. Outro ponto que chamava a atenção era a potência desses movimentos dificílimos de serem aplicados, que tiravam um quarto ou até mesmo metade da barra de energia do adversário.

Outro aspecto que começou no primeiro Street Fighter e manteve-se nos demais jogos foram as frases de vitória e derrota. A partir de Street Fighter II, cada personagem passou a ter sua própria provocação quando vencia o adversário, mas no primeiro jogo havia apenas uma frase para a vitória e outra para a derrota. Em inglês, elas são, respectivamente: “What Strength!!  But don’t forget there are many guys like you all over the world” e  “You’ve got a lot to learn  before you beat me.  Try again, kiddo!!”, ambas ditas em uma voz digitalizada difícil de compreender.

Os tradicionais bônus também tiveram início na primeira edição da franquia. No primeiro deles, o lutador devia querbrar o maior número de tijolos ao pressionar o botão de soco quando o medidor estivesse completo (bastante semelhante ao bônus posteriormente utilizado em Art of Fighting). No segundo, era preciso quebrar as placas que alguns caratecas seguravam em um dojo.

Graças aos emuladores, Street Fighter pôde ser eternizado e não caiu no esquecimento, mesmo porque todos os outros ótimos títulos (com exceção de séries como a EX) levam a fama  da franquia. O Playstation 2 e o Xbox contam com uma conversão do jogo em sua coletânea Capcom Classics Collection Vol. 2. Para quem não é dono de nenhum destes consoles, o único jeito de conferir essa relíquia é por meio de um emulador de Mame e de uma rom encontrada neste link, umas das poucas disponíveis na internet. Vale mais pelo valor histórico, mas quem é fã de jogos de luta definitivamente chegará às raízes do gênero com esse jogo.

Ficha técnica – Street Fighter
Plataforma: Arcade
Produtora: Capcom
Gênero: Luta
Ano: 1987

Final Fight 3 (Super NES)

Final Fight é uma das mais famosas e bem sucedidas séries para o Super NES.  O título é um dos primeiros a ser lembrado quando o gênero beat’em up é colocado em questão e, embora não seja tão celebrado como Street Fighter, Mega Man ou Resident Evil, ajudou a consagrar a Capcom como a produtora dos melhores beat’em ups da era 16-bits.

Mas o que é o beat’em up? É o gênero que mistura luta e aspectos de aventura e plataforma, que consiste em avançar com o personagem pelas fases enquanto derrota inimigos, de controles simples e geralmente com suporte para mais que um jogador. Basicamente, um beat’em up se resume em bater, bater e bater. O gênero pode ser considerado os primórdios e a maior influência para jogos como as séries Devil May Cry, God of War e o jogo No More Heroes, já que, embora sejam títulos de ação e obviamente dispõem de mais recursos, também trabalham com o princípio de derrotar inimigos e avançar.

A última versão de Final Fight para o console de 16 bits da Nintendo reúne todos os ingredientes que consagraram a série: a história da gangue que invadiu Metro City e os personagens Mike Haggar (o prefeito da cidade), Guy, o ninja  que retorna à série após sua ausência em Final Fight 2 e participa da série Alpha de Street Fighter e os estreantes Lucia e Dean.
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Cada beat’em up trouxe inovações conforme o gênero evoluiu. A novidade de Final Fight 3 são movimentos especiais executados por comandos similares aos de jogos de luta e uma barra de ataque especial que viria a ser usada em jogos como The King of Fighters e outros jogos de luta posteriormente. Além disso,  o caminho a ser percorrido nas fases não são determinados, ou seja,  o jogador pode acessar áreas secretas e até enfrentar um chefe diferente ao quebrar uma porta por exemplo. Assim, Final Fight 3 ganhou em vida útil, pois não se torna tedioso rapidamente, uma vez que há vários caminhos diferentes para poder acabar o jogo.

A verdadeira diversão de um beat’em up é jogar com um ou mais parceiros, o que até deixa o jogo não mais fácil, mas menos difícil. Final Fight 3 trouxe, além da opção para dois jogadores, o modo “2P Auto Play”, no qual o segundo jogador é controlado automaticamente, embora a inteligência artificial do jogo seja ruim e faz com que o segundo personagem até atrapalhe algumas vezes.

Dos jogos 2-D da série, Final Fight 3 é o mais completo e sólido. O título ajudou a popularizar os beat’em ups, embora tenha sido lançado já no fim da era do Super NES, e encerrou a série no console com chave de ouro. Abaixo, o vídeo do ScrewAttack que elege os 10 maiores beat’em ups de todos os tempos, que inclui o primeiro Final Fight e no qual figuram apenas jogos 2-D.

Ficha Técnica
Plataformas: Super NES
Produtora: Capcom
Ano: 1995
Gênero: Beat’em Up